Vendilhões de Promessas
(Soneto de Reflexão)
Fingidores…que sempre comeram
Congelaram o que prometeram,
Vamos salvar esta mordomia
Um anjo da guarda para cada-dia.
Burros que comem da mesma palha
Pobre refeição de quem trabalha,
São articulados de carroça,
Um combustível de muita força.
Obras da carne…dessa profecia
A vida rural, colheita arrefecia
Que sujeitavam muitas pessoas.
O ópio foi injectado de novo
Promessas que adormecem o povo
Nesse veneno de cromossomas.
Pinhal Dias – Amora - Portugal

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