Desabafos do Zé-povinho
São os agradáveis comentários que se fazem sentir nos restaurantes, cafés, bares, salas de convívio e esplanadas... Nessa proibição do fumo, mas lá vão consentindo a venda do mesmo.
Foi um mal acostumado consentir drogas nas prisões, com a distribuição de seringas e agora?
Com tal proibição só lucrará a saúde pública. Os letreiros são bem visíveis no seu afixar, mas no seu interior encontra-se uma avultada máquina de tabaco.
E tu Zé-povinho que dizes?
-Bem... Sendo um mal menor ou maior desta sociedade que nos dirige... O melhor seria de quem lidera este país proibir de vez a venda do tabaco. Essa lei seria justa, imperiosa e esclarecedora se promovesse sessões dignas que ajudassem o viciado do fumo na ponderação para uma e longa vida repleta de saúde. Era um verdadeiro tomar de consciência individual levando à prática por si tal abandono do fumo. Aqui morreu à nascença, recaindo essa responsabilidade sobre quem dita e governa engordando o seu desgovernado.
O Zé-povinho não quer fumo não, mas? Quer que revejam e já decretada também a venda desse mesmo tabaco, para bem da sua saúde e não conspurcar mais a camada do ozono...
Iminente perigo, catastrófico que o planeta corre com a sua destruição.
Revejam também a poluição dos veículos automóveis, dando prioridade às bicicletas e aos seus atletas.
Pinhal Dias - Amora – Portugal – 5/1/08

Do Melhor
Linkk
del.icio.us
A este desabafo do Zé-povinho estou solidário com este escrito do amigo Pinhal Dias, na verdade eu estou inserindo no Zé-povinho, porque sou nascido e assumido como Zeca do Carmo. Deixei de ser viciado há 5 anos, onde na altura eu consumia quatro maços de tabaco diáriamente. Apelo ao bom senso de todos que leiam e revejam este apreciável escrito que está muito bem fundamentado pelo amigo Pinhal Dias. Abraço meu irmão do Zeca do Carmo.
Zeca do Carmo | 05-01-2008 - 17:50:05 GMT 1 #