Crónica - "De mal-humorados"
A trombeta suou. Uma voz que se prontificou... "Se o Império vai crescer não se irão arrepender"?... Aí vai chegar uma turminha de bom agrado, e quanto a isto há que comer e beber...semear para colher na hora. Com o desenrolar do tempo será uma fonte para nosso aproveitamento, porém foi o tiro que saiu pela culatra, que foi devido a existir um alguém, cujo seu pé, que está exercitado e ciente ao seu bom travão. As notícias são como as cerejas, de repente chegam ao patamar de quem toma as decisões na sua boa índole. Com o passar do tempo revela-se um inconformismo de mal-estar a sua cara é espelhada, sem honra por defeito ou seja a sua vivência de mau feitio. E com o seu nervosismo lá vai batendo esse pé e fora do compasso. Anseia exigindo que a sua leitura tem hora tardia, impensável se diz animadora, exegindo o seu destaque, todavia sempre revela ter uma cabeça que não esfria, seus olhos são caídos, em uso de boca difamadora e sabe inventar o que encaixa nas aparências incongruentes, falando do que vê?! E o que não vê!?.
Inventa ao ponto de revelar esse cheiro de azedume. Quer mais e muito mais, como o Baú guarda os seus cristais. Gosta de festas para dar nas vistas, fazendo fogueiras, queimando a corrente que encerra o altruísmo.
Finalmente esse pano que desceu ao palco, cuja assistência não deu o seu aplauso!
Pinhal Dias - Amora – Portugal
5/8/07

Do Melhor
Linkk
del.icio.us