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Sou de Natureza Humana
Livre de todo e qualquer sistema político e de todos os conceitos que impedem a revelação do meu ser enquanto pensante! Escrevo o que me vai na alma, assistido por esta veia!

Arquivo: Fevereiro 2009

28/02/2009 GMT 1

Pensamento Conservado

soudoluar @ 01:14

(Reflexão)

Afastando os espinhos
Está vencendo o amor,
Pede conselhos...
Rejeitando o impostor
Haja luz!
Com selo na verdade
Solidificando esse conhecimento
...de boas dádivas.

... Refeito no paradigma
De consciência moral
A sua lógica é de acção
Com assento de verdades
Nessa lógica,
Assim regista a ética
Do seu...
Pensamento Conservado.

Pinhal Dias - Amora - Portugal

23/02/2009 GMT 1

Na hora da Verdade!

soudoluar @ 23:50

(Foi verídico em 1994)

Quem escreve...sempre escreve e para sempre escreve, antes de se tornar público é particular e tem que passar primeiro pelo lixo...para depois ser roubado.

"Memórias" - Com mágoas de sua vida escreveu, na gaveta guardou...mais tarde alguém as roubou, tudo isto por ele fora visionado, nessa hora da mais pura clarividência, foi um sonho informativo, de certo intuitivo... Mais tarde deu conta que o sonho era real, na hora não ligou, trinta minutos depois...deparou com a dupla de ladrões que roubaram, pela porta entraram e na janela saltaram! O caso foi Policial e de Tribunal... Os seus pais mediaram, assunto perdoado, mas não encerrado... Este produto não sendo lixo, era particular e privado.
Debaixo de uma simples frustração, ensacou o que escreveu e no lixo deitou...
Mais tarde alguém os encontrou.
- Encontrei no lixo alguns de seus escritos... Escrita particular?
- Sim!
- Cumpriu o que está aqui escrito?
- … Não recordo, por favor deixe-me ver
- Eis aqui o que é seu… O que pretende fazer?
- Rasgar como é óbvio… Tudo o que é particular se torna público... Sabia?
- O quê?
- O lixo...
- E se for roubado?
- Por esse erro terá que ser julgado e condenado
- E se a Justiça for cega?
- As mãos que escrevem também sabem fazer justiça.
- Como?
- Na hora da verdade!

Pinhal Dias - Amora - Portugal

22/02/2009 GMT 1

Em Quem confiar?

soudoluar @ 20:11

(Sátira)

Na Sociedade?
Que anda mal organizada,
viciada...com debilitada economia,
Uma saúde que se vê em agonia
segue-se a justiça de consciência alugada
essa ética que foi desmoronada na calçada
sobrevive o trabalhador com vida afogada.
Humanização pobre e enegrecida...
Com feras à solta! ...
A Sociedade fica destruída...

Na família?
É um direito que a todos assiste
Congregar a sua família,
mas...
Se os tempos são difíceis!?
Levantam-se filhos contra pais,
nesta terra são vendavais.

Nos amigos?
Se existem!?
Andam salvaguardados.
Aqueles que sobem
e descem o monte
são angariadores,
outros aproveitadores.
Revê na sua Pátria
que tombou no conto do vigário
no dito "amigos de Peniche"

Ele finaliza com tudo isto
E sublinhou a questão...
Confia na sua camisa vestida!
E quando a despe:
- Em Quem confiar...

Pinhal Dias - Amora - Portugal

05/02/2009 GMT 1

Estou de Sentinela

soudoluar @ 20:59

(Reflexão)

Fixe

Ficou sentido...
Nessa dor que o aperta
De tanta confusão...

De sua janela aberta
Ele é um actor, sem reservas
Ideias perfeitas, inatas de visão
Depara...
Com tanta mentira encoberta
Depravadas tentações, com ciladas,
Onde eles se alimentam de ilusões.

Novo dia nasceu!
Em destaque e soalheiro
Ele que disse ao luar:
-"Estou de Sentinela
e grito o meu alerta"
Depois...
Foi tinta que baixou de nível,
Revela sempre algum reparo
E molhado ficou o seu aparo
E a mensagem lá seguiu viagem.
E sabe-se lá...
Se na final haverá paragem!?

Reflectiu na vertical
E de corpo inteiro.
"Estou de Sentinela"

Pinhal Dias - Amora - Portugal

04/02/2009 GMT 1

Solidão Desprendida

soudoluar @ 01:11

(Reflexão)

Ter consciência
Desse tempo perdido
Esse "Ser"
Que flutuava
Sonhava! ...
E Amava!
Na introspecção fiel meditava
Para mais tarde ser compreendido.

Um devoto no exercício da escrita
Suas veias lhe davam fortalecimento
Aliviando a sua alma.
Sempre procurou ser o que é
Espelhado por outros...o que não é
Mas nunca deixou de ser
Uma alma aventurada,
Deixar a razão desfalecer.
Mais tarde viu o mundo sensível
Se curvar ao mundo inteligível
Que por ele fora reflectido
Nessa raiz filosófica
Que desprendeu outros
Das amarras enegrecidas
As quais hoje amadurecidas
Solidão Desprendida.

Pinhal Dias - Amora - Portugal

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